AS MANIFESTAÇÕES DO POVO BRASILEIRO

AS MARCHAS DE MARÇO!

 

 

 

BERNARD PAGH, vice – Presidente do Movimento Integralista e Linearista Brasileiro MIL-B.

 

 

De uns tempos para cá, a velha discussão ESQUERDA X DIREITA alcançou uma popularidade que já fazia muito tempo que não tinha no Brasil.

 

A parte da sociedade que não era “festiva”, ou melhor dizendo, que estava mais interessada em estudar, trabalhar e cuidar da própria vida, foi induzida a sair do aconchego do lar e para surpresa de muitos, rotulada de “fascista”.

 

A ESQUERDA REPUBLICANA descobriu como real, algo que não acreditava, mas que manipulava como um fantasma para manter sua clientela, ou seja, que uma parcela significativa do povo brasileiro não crê nos seus dogmas e que agora está cada vez mais disposta a não fazer mais vista grossa, mas que está com vontade de ir para a rua gritar contra posturas que considera como atos de LESA PÁTRIA.

 

A notória polarização da sociedade brasileira foi alimentada durante décadas pela ESQUERDA REPUBLICANA, que sempre pugnou, não pela união dos nossos patrícios, mas sim pela luta de partidos, luta de classes, luta de sexos ou de gêneros e luta de raças.

 

A ESQUERDA REPUBLICANA que sempre quis transformar o Brasil num ringue de MMA é a primeira a xingar seus adversários de “fascistas”, seguindo a cartilha de Lênin de sempre acusar aos que lhe fazem frente, daquilo que eles mesmos são.

 

O 10º mandamento do decálogo de Lênin já dizia: “Quando criticado, acuse os patriotas daquilo que você é e siga mentindo, saqueando, degradando, golpeando….”

 

Enquanto isso, essa mesma ESQUERDA REPUBLICANA endossa desejos absurdos, dá cargos comissionados para “radicais” ou “autênticos”, paga subsídios para uma enorme parcela da sociedade, usa estatais para alimentar financeiramente suas organizações e reescrever a história recente do Brasil, transformando muitos de seus atuais líderes em “heróis”.

 

O que deve estar assustando toda a militância da ESQUERDA REPUBLICANA é constatar que o fantasma que eles abominam, mas que no fundo não acreditam, realmente EXISTE e que os fascistas são os “vermelhos” e não os verdes-amarelos ou azuis.

 

Afinal, qual foi o “FRUTO DO MAR” que em alto e bom som, nas gravações divulgadas pelo Juiz Sérgio Moro ameaçou mobilizar seus simpatizantes para espancar COXINHAS?

 

Os vermelhos estão apavorados em descobrir que o país não é formado apenas de pessoas que se manipula por meio de “slogans” e de assistencialismo.

 

Muitos têm percebido a escancarada finalidade quem têm os vermelhos em mudar a história, negando as barbaridades cometidas por membros do grupo que desejava impor um regime à moda Pol-Pot em nosso país e pior, responsabilizando, como não poderia deixar de ser “os conservadores, os reacionários” (a papagaiada de sempre), por tudo de ruim que existe no Brasil.

 

Por isso que nas manifestações de rua de março de 2.016, o “linearismo”, durante a sua propaganda, têm recebido uma boa acolhida.

 

As pessoas que nos abordam durante as marchas têm entendido que o Manifesto de Outubro de 1.932, do jornalista Plínio Salgado, na sua essência é um documento que genealogicamente se prende aos primórdios da Nacionalidade, consubstanciando o pensamento políticos dos Reis Portugueses das dinastias de Afonso Henriques e do Mestre de Aviz, baseado no serviço de Deus e da Nação.

 

Aos transeuntes têm sido explicado pelos “linearistas” que a solidariedade humana e os recíprocos direitos e deveres dos governantes e governados, realizando-se pela troca de benefícios, como foi concebido pelo Regente Dom Pedro em seu livro DA VIRTUOSA BENFEITORIA e El Rei Dom Duarte no LEAL CONSELHEIRO, vem proclamada a cada passo no “Manifesto”, o que liga o espírito jurídico lusitano, que soube unir o sentimento cristão da Idade Média ao humanismo da Renascença, como anteriormente unira as lições do Evangelho aos ensaios de Sêneca, no concernente à permuta de serviços entre os homens, que distingue as sociedades bem constituídas.

 

Assim, durante as marchas, a doutrina do “Manifesto de Outubro” vai sendo desenvolvida e clarificada, dia a dia, sendo expungidas de sua doutrina todas as acidentalidades consideradas meramente adjetivas, mantendo-se intactas as idéias substanciais.

 

Ainda durante as marchas, os “linearistas” têm despertado o interesse dos transeuntes pois concebe, conforme o livro “A Psicologia da Revolução” de Plínio Salgado, a Sociedade e o Estado como forma de expressão dos Indivíduos e dos Grupos Naturais, regidos por leis eternas, que vêm de Deus e se consubstanciam no Direito Natural, assim como, pelas normas e estilos segundo a linha móvel da sua adaptação às circunstâncias históricas.

 

REAIS-TRABALHISTAS, LINEARISTAS E INTEGRALISTAS, todos os NACIONALISTAS CRISTÃOS, AVANTE!

 

Continuem marchando em meio ao Povo e pregando os seus ideais.

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