ALERTA À MOCIDADE PATRIOTA

Dr Bernard Pagh, advogado, membro do MIL-B e da SENE

Alguns estudantes secundaristas e universitários que simpatizam com os ideais integralistas, linearistas, patrianovistas, cristãos democratas, nacionalistas, “retistas” (do real-trabalhismo), etc, têm feito reclamações junto a seus pais e às lideranças do MIL-B, por estarem sofrendo de BULLYING nas instituições de ensino que freqüentam, não só da parte de colegas, mas até, por incrível que pareça, de professores.
O bullying é um termo de origem anglo-saxônica utilizado para definir comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por alunos, como por professores. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que geralmente se encontram impossibilitados de resistir. Em resumo, os que se julgam mais numerosos, utilizam a minoria como objeto de diversão e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar os que não pensam como eles.
As formas que o bullying assume são as seguintes:
Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos);
Física (bater, empurrar, machucar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima);
Psicológica e moral (humilhar, excluir, descriminar, chantagear, intimidar, difamar);
Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar);
Virtual ou o que os “modernosos” chamam de “ciberbullying” (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas).
Atualmente, uma das formas mais agressivas e que vem ganhando cada vez mais espaço é o ciberbullying, sendo que além da propagação das difamações serem praticamente instantâneas, o efeito multiplicador do sofrimento de nossos jovens, membros e simpatizantes pode ser imensurável, pois extrapola os muros das instituições de ensino e expõe a vítima ao escárnio público, sendo que seus covardes praticantes se escondem atrás do anonimato.
Os “BULLIES” ou agressores escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, que no caso dos simpatizantes do MIL-B, encaram como “minoria ideológica”.
É muito importante que os diretores de institutos de ensino, saibam com qual tipo de agressor estão lidando, seja ele aluno ou professor, uma vez que existem diferentes motivações para as agressões:
1 – Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar;
2 – Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade;
3 – Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais (mais comum em alunos), ausência de recursos financeiros (mais comum em professores), doenças na família (comum a ambos), etc. A violência praticada por essas pessoas é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial;
4 – Finalmente, existe uma minoria que é mais perversa, ou seja, jovens que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo, ou seja, a empatia.
Os problemas que os nossos simpatizantes e militantes, vítimas de bullying podem enfrentar como estudantes e ao longo da vida, podem ser de conseqüências muito variadas, dependendo do indivíduo, sendo que muitos, dependendo de sua estrutura, vivências, predisposição genética, da forma e da intensidade das agressões, levarão marcas para a vida útil, com necessidade de apoio psiquiátrico para superação dos problemas, que se não tratados podem levar ao suicídio ou homicídio.
Nos casos de bullying é fundamental que os pais e os profissionais do ensino atentem aos sinais que os jovens apresentam no local de aprendizado e no lar.
Na instituição de ensino geralmente encontram-se isolados, com postura retraída, tristes, sendo que nos jogos ou atividades em grupo, os jovens que sofrem de bullying são sempre os últimos a serem escolhidos ou são simplesmente excluídos.
Em casa, podem apresentar sintomas como dores de cabeça, enjôo, dor de estômago, tonturas, vômito, perda de apetite, insônia, assim como mudanças de humor. Geralmente são o que poderíamos chamar de pessoas de poucos amigos, o que é facilmente verificado pelos familiares pela falta de telefonemas, e-mails, convites para festas, etc.
Já os agressores, costumam ser “populares” no colégio ou na universidade e estão sempre “bem na foto” com a turma, divertindo-se às custas da “minoria”.
No ambiente doméstico são desafiadores e agressivos em relação aos familiares, com um belo discurso de “conflito de gerações”, que mantém guardado no bolso da calça quando estão com sua camiseta de “Che Guevara”, que exibem com arrogância, “conscientes de sua superioridade intelectual e moral”, manipulando as pessoas para se safar das confusões em que se envolvem e mentindo de forma convincente para negar as reclamações dos diretores de ensino (isso é que é dureza e ternura…).
É preciso que os nossos jovens vítimas de bullying não se tornem reféns do jogo de poder instituído pelos agressores e peçam ajuda ao MIL-B para acionar as autoridades. A postura de rendição na falsa crença de que assim evitarão retaliações não resolve o problema.
O departamento jurídico do MIL-B entende que as instituições de ensino são corresponsáveis nos casos de bullying sofridos por seus jovens simpatizantes, pois lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes, a direção do estabelecimento, como autoridade máxima deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente e caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão, especialmente se tal gesto acobertar perseguição a aluno por motivos ideológicos. Em situações que envolvam atos infracionais (para não se dizer “ilícitos”) a instituição de ensino também tem o dever de fazer a ocorrência policial, pois dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da criminalidade juvenil.
Além disso, estamos vivendo em tempos velozes e nesse contexto, a educação tanto no lar como na escola vai sendo vista como “ultrapassada, confusa, sem parâmetros ou limites”, sendo que os pais diante do tal “conflito de gerações”, passaram a ser permissivos em excesso e os filhos cada vez mais exigentes, egocêntricos e os jovens tendem a se comportar em sociedade de acordo com os modelos domésticos. Muitos deles não se preocupam com as regras sociais, não refletem sobre a necessidade delas no convívio nacional ou com as conseqüências dos seus atos transgressores. Cabe à sociedade como um todo transmitir às novas gerações os valores educacionais, pois são os jovens que estarão delineando o que a sociedade será daqui em diante e auxiliá-los e conduzi-los na construção de um Brasil melhor é uma obrigação nacional.
A identificação precoce do “bullying ideológico” pelos pais é de suma importância, pois os jovens se envergonham de relatar os sofrimentos vivenciados na escola, quando não temem represálias. A observação sobre o comportamento dos jovens por parte de pais e mestres é fundamental, com um diálogo franco e aberto entre as partes, inclusive com ajuda espiritual para a superação de eventuais traumas.
Outro aspecto de valor inestimável é a percepção do talento dos jovens nacionalistas cristãos e os seus formadores devem sempre estimulá-los a procurar métodos eficazes para que suas habilidades possam resgatar sua autoestima, quando maculada, bem como construir sua identidade social e espiritual na forma de uma nacionalidade plena.
Nestas condições, o MIL-B conta com uma orientação jurídica perante os casos de “bullying ideológico” para o acionamento de Conselhos Tutelares, Delegacias do Adolescente e para agir no Fórum Criminal.

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